
Nossa exposição


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Mais uma vez, fomos contemplados com o prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – Edição 2020, executado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense da Cultura. Esse prêmio representa para nós, o reconhecimento de todo trabalho que realizamos a mais de 8 anos. É assim que manteremos viva a história regional!
No ano de 2020, comemorou-se o Centenário de Migração e Colonização de Itá-SC. Uma história formada por homens e mulheres de muita coragem, que encontraram na nossa cidade, o lugar ideal para (re)começar suas vidas. Conhecer essas histórias é compreender o nosso passado, que revela muito de quem somos hoje.
Através de objetos, fotos e relatos de experiências vividas por nossos antepassados, queremos que você viaje conosco ao passado, através de uma exposição que mostrará como era o cotidiano dessas pessoas.
Você está pronto para fazer uma volta ao passado em 100 anos?
DO PROJETO
Exposição de longa duração que abordará um novo olhar sobre a atividade madeireira e o ofício de balseiro em Itá, seus impactos na construção e no desenvolvimento da região, bem como na memória e identidade do povo itaense.
DOS OBJETIVOS
DA EXPOSIÇÃO
Promover e difundir as histórias sobre o cotidiano itaense no tempo das balsas, por meio de artigos representativos que remetem à forma de ver, (re)viver ou aprender sobre o século passado. Pode-se portanto, materializar o sentido do espaço e dos objetos para as pessoas que nele são rememoradas.
Com base em pesquisa histórica, fontes orais e seleção de acervo do Museu do Balseiro, a exposição construída a partir da trajetória de vida do ex-balseiro João Simon, reflete e problematiza quem foi o homem balseiro e o papel da mulher nesse contexto. Por meio de ferramentas de trabalho, objetos do cotidiano, fotografias, registros audiovisuais e depoimentos, a exposição simboliza o despertar de homens e mulheres que por muito tempo foram omitidos e excluídos da história oficial.
Com isso, no dia 16/01 inaugurou-se a nossa Exposição, que contou com a presença de balseiros da região e familiares e de entidades políticas. O evento foi um momento simbólico a fim de tornar notória a importância em resguardar bens materiais e imateriais para a conservação da nossa história.
Para aqueles que gostariam de fazer essa volta ao passado, a Exposição é de longa duração, para que dessa forma, todos que tenham interesse em conhecer ou revisitar o nosso espaço, consigam ter a oportunidade.
Confira agora nosso programa Itá Centenária: Diálogos de Museu, uma ação de contrapartida do projeto da Exposição, selecionado pelo prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura, edição 2020, executado com recursos do Governo de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura. O programa terá três episódios em formato podcasts, voltados para um bate-papo sobre o Centenário de Itá - Balsas e Balseiros no oeste catarinense.
Conversa com Nilo Brand, proprietário do museu e proponente do projeto.
Tema: O rio, seu curso e um sonho, a história da trajetória de João Simon.
Conversa com Precila Moreira, pesquisadora e historiadora, contando sobre o desenvolvimento de sua pesquisa no projeto.
Conversa com Aline Escandil, responsável pelo projeto expográfico e Lilian Fontanari, curadora da exposição, contando sobre a realização da exposição e pontos fracos e fortes.
Fique agora com algumas imagens da abertura da Exposição, que ocorreu no dia 16 de janeiro de 2022. Um momento rico, que para nós, significa muita história e reafirma os laços de pertencimento que viemos a tanto tempo buscando.
Abertura, com momentos simbólicos


Público conhecendo a exposição




Na ponta esquerda: Leopoldo Neris e Órin Camarolli (dois balseiros), Jaime Bonatto (empresário local), Nilo Brand (proprietário do museu), Clemor Battisti (atual prefeito) e Moacir Sartoretto (atual vice-prefeito).

Equipe Executora do projeto. Da esquerda: Precila Moreira (Pesquisadora e historiadora), Ivanir Brand (cozinheira e co-gestora do projeto), Lilian Fontanari (gestora e curadora da exposição), Nilo Brand (proprietário do museu) e Quémili Brand (assessora de comunicação e curadora da exposição).

Almoço típico



